Ecoando Notas
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"Um desabafo, isso que preciso. Desses pra lavar a alma, renovar a paz e trazer tranquilidade. Mas, quanto mais falo, mais me dói. Quanto mais eu penso, mais ele invade meus pensamentos. Eu estou tentando ignorar o que eu sinto, já parei, respirei, repeti pra mim mesma que “Ei fulana! tá na hora de acordar!”, “sai dessa”, “vida nova” e bláblá… nada adianta! cansei. Eu conheci uma pessoa, ela parecia incrível, criei expectativas e tô aqui. Se o erro foi criar expectativas? não sei, ele querendo ou não me deu esperanças, vai ver o erro foi meu, por ser burra o bastante para acreditar nas palavras e atitudes que me levaram a criar essas expectativas. Sabe, eu passo horas esperando ele dar sinal de vida, nem que seja um oi..e nada! só me procura quando alguma outra já não o satisfaz, e eu? bem, sou boba apaixonada e me entrego, esqueço qualquer coisa só pra estar com ele. Amor próprio? tô precisando, cansei de viver com esse sufoco no peito, esperando por coisas que eu sei que não irão acontecer. Mas estar cansada ainda não parece ser suficiente para tomar coragem e largar ele de vez. Só queria saber como posso esquecer esse idiota, só isso."
— Desabafei.
"Não se mate Carlos, sossegue, o amor é isso que você está vendo: Hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda feira ninguém sabe o que será."
Carlos Drummond de Andrade.     (via velejo)
"Eu sempre esperava mais, e era esse o meu problema."
— Wallacy Richard (via ocolizada)
"O mundo não é dos espertos. É das pessoas honestas e verdadeiras. A esperteza, um dia, é descoberta e vira vergonha. A honestidade se transforma em exemplo para as gerações do futuro. Uma corrompe a vida, a outra enobrece a alma."
Gabito Nunes   (via ocolizada)
"Sobre despedidas, não sei muito mais que você. Só que doem. E deixam buracos intermináveis. E cegam. E emudecem. E paralisam. E findam. Sobre despedidas, só sei o que me contaram: que deixam cicatrizes nos pés e nas mãos, que deixam a garganta seca e o sorriso travado. Sobre despedidas, eu sei de mim. E de minha mãe. E de meu pai. E da minha angústia toda, fugindo pra dentro do quarto e me trancando no escuro, detrás do guarda-roupa. Intragável, intragável, intragável: sobre despedidas, sei que não passam na garganta. Não entram na mente. Não cruzam visões de quem se recusa a ver que é o fim e não a paz, o que espera na frente de casa. É o fim, meu amor — o nosso fim."
Circos. (via oxigenio-dapalavra)


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